Toda curvatura peniana precisa de cirurgia?+
Não. Curvaturas leves, sem dor e sem prejuízo à penetração, podem só ser acompanhadas. Na fase aguda, o tratamento inicial é clínico — a cirurgia entra na fase crônica, quando há impacto funcional real.
Qual a diferença entre tortuosidade peniana e Doença de Peyronie?+
São a mesma condição na maioria dos casos adultos: a tortuosidade peniana adquirida (diferente da congênita, presente desde a adolescência) costuma ser causada pela Doença de Peyronie — a placa de fibrose na túnica albugínea.
A cirurgia muda o tamanho do pênis?+
Depende da técnica escolhida. Algumas abordagens podem levar a um leve encurtamento, outras preservam mais o comprimento com outras considerações técnicas — isso é discutido caso a caso na consulta.
Tortuosidade peniana sempre vem com disfunção erétil?+
Não sempre, mas é uma associação comum, principalmente nos casos mais acentuados. Por isso a avaliação inclui o rastreio da função erétil, não só a curvatura.
Preciso fazer ultrassom antes da cirurgia?+
Sim. O ultrassom peniano com Doppler mede a curvatura real e avalia o fluxo sanguíneo, orientando qual técnica cirúrgica é a mais indicada para o seu caso.
Quanto tempo leva a recuperação da cirurgia?+
Varia conforme a técnica e o caso individual — é detalhado na consulta, com orientações claras sobre retorno gradual às atividades e à vida sexual.